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Compositor,
instrumentista, cantor, arranjador e produtor.
Nascido em Ribeirão Preto em 3 de fevereiro de 1951.
Aos dez anos começou a atuar em grupos de baile, como
New Boys, Acadêmicos de Marília, Birutas do Ritmo
e Conjunto Icaraí.
Em 1967 trabalhou como cantor e guitarrista no Grupo Black
Falcons.
Em 1968 entrou em estúdio e gravou o primeiro disco
do Black Falcons.
Em 1969 cursou o primeiro grau no Colégio Dom Bosco
em Monte Aprazível (SP) onde atuou como professor prático
de música, formando uma orquestra de cordas com setenta
integrantes.
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Em
1970 excursionou pelo Brasil fazendo direção
e regência da Orquestra de Violões do Colégio
Dom Bosco de Monte Aprazível.
Em 1971 foi para São Paulo e começou a trabalhar
em casas noturnas como Carinhoso, Batuqueje, Zibuka, Jogral,
Catedral da Samba, Telecoteco, Igrejinha e Terceiro Whisky.
Em 1972 participou como violonista no LP "Caminhada"
de Marília Medalha, além de trabalhar com a
violonista Rosinha de Valença e com a cantora Simone
na boate Igrejinha.
Em 1973 apresentou-se na noite paulistana ao lado de Benito
de Paula, Leny Andrade, Zé Luiz Mazziotti, Geraldo
Cunha, Macumbinha, Mutinho e Bira (Sexteto do Jô). Participou
do LP "Catedral do Samba Ao Vivo" ao lado de Alcione
e Fabião.
Em 1974 fez seu primeiro show com composições
próprias no Teatro 13 de Maio.
Em 1975, ao lado da flautista Léa Freire, trabalhou
com a cantora Alaíde Costa.
Em 1976 trabalhou com o grupo Originais do Samba.
Em 1977 participou de um grande show acompanhando o compositor
Adoniran Barbosa. Fez uma série de shows em universidades
como: Puc, Fatec, Usp e Mackenzie, todas em São Paulo.
Em 1978 apresentou-se ao lado de Johnny Alf e Alaíde
Costa no Teatro Pixinguinha. Produziu o LP "O Violão
de Celso Machado" e gravou seu primeiro disco "Filó"
(Chantecler)- incluindo as parcerias com Judith de Souza
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"Velha Cidade", que fez parte da trilha da novela
"Como salvar meu Casamento" (TV Tupi), e o sucesso
"O Polvo". O LP contou com as participações
de Léa Freire, Roberto Sion, Celso Machado e Aluízio
Pontes.
Em 1979 inaugurou o bar Boca da Noite e teve seu LP "Filó"
como um dos mais executados do ano.
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Em
1980 produziu e dirigiu o LP "Confraria" de Robson
Santos e participou do LP "Brincadeira Manhã"
de Lé Dantas e Cordeiro.
Em 1981 participou do disco "Seduzir" de Djavan,
gravando a música "Jogral" em parceria com
o compositor.
Pelo projeto Pixinguinha, fez uma turnê com Djavan e
Fátima Guedes, realizando também a direção
musical do show "Bailarina" da cantora e compositora.
Em 1982, lançou o compacto simples "Trem Fantasma",
que obteve grande execução nas rádios.
Fez arranjos e produção do LP "Neon"
do grupo Placa Luminosa.
Em 1983, lançou o LP "Origens" (Pointer)
com participações especiais de Djavan e Léa
Freire. Participou dos programas de maior audiência
do circuito televisivo da época, como Chacrinha e Fantástico
(Globo), Bolinha e As mais mais (Bandeirantes), além
de especiais da TV Cultura.
Teve a música "Terras de Minas" inclusa na
trilha da novela "Voltei pra Você" (Rede Globo).
Em 1984, lançou o LP "Canto Fatal" (Pointer)
com participações de Jane Duboc, Léa
Freire, Roberto Sion, Antônio Adolfo e Banda Sururu
de Capote. A música "Canto Fatal" ganhou
a versão em italiano "Che Será" e
foi gravada pelo cantor Jim Porto.
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Em
1985 viajou para os Estados Unidos onde se apresentou em casas
de espetáculos como "Razz ma Tazz" (Dallas),
"Caravan of Dreams" (Fourth World) e teve seus discos
"Origens" e "Canto Fatal" amplamente executados
nas rádios americanas. Participou do LP "Entre
Amigos" (Pointer) ao lado de Michel Legrand, Gal Costa
e Joyce.
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Em
1986, no Rio de Janeiro, participou do "Free Jazz Festival"
com Leny Andrade, na mesma noite em que também se apresentaram
Egberto Gismonti e Ray Charles. Fez a trilha da peça
"Sonho de uma noite de verão" (Shakespheare)
e retornou aos Estados Unidos para uma série de shows.
De volta ao Brasil, acompanhou o cantor "Cazuza" no
programa de televisão "Som Brasil" (Rede Globo).
Em 1987 participou de um grande encontro de compositores na
sala Guiomar Novaes e acompanhou Ivan Lins no programa "Som
Brasil" (Rede Globo).
Em 1988 fez arranjos e produção do CD "Brèsil"
da cantora Loalwa Brás.
Em 1989 viajou para França, onde fez uma série
de shows na "Cote D'azur" em casas de espetáculos
como L'aventure e Pam-Pam (Nice), além de "Arma
di Taggia" (Itália). Neste mesmo ano conheceu Michel
Legrand que o convidou para um espetáculo no "Teatro
Bercy".
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Em
1990 fez uma série de shows em Paris em casas de espetáculos
como Baiser Sale, Le Petit Journal de Montparnasse, Discophage,
Le Petit Opportun e Via Brasil (Bordeaux). Apresentou-se no
Festival "Les Arts au Soleil", na costa atlântica
da França.
Em 1991 apresentou-se na Alemanha ao lado da cantora Elisabeth
Tuchmann. Na França, no Festival de Uzeste, ao lado de
Jon Hendricks. E em Fougeres, no Festival Internacional de Guitarras,
onde também se apresentaram Larry Coryell, John Mac Laughlin
Trio e Christian Escoudé Trio.
Em 1992 participou do Festival "Nuits Atypiques" de
Langon (França), que destacava artistas do folclore da
Índia, Madagascar, Tailândia, África do
Sul e Antilhas.
Em 1993 apresentou-se novamente no Festival de Uzeste, na França,
e fez show na Córsega.
Produziu, dirigiu e fez arranjos dos CDs de Ana Carla e Robson
Santos.
Gravou "Oxalá Père" na França
com participação de Hermeto Paschoal e Loalwa
Brás.
Em 1994 apresentou-se no Festival de Jazz de Cannes, cuja programação
incluía também os shows de Ray Charles, Nina Simone,
All Jarreau, Michel Legrand e Diana Ross. |
Em
1995 participou como músico, compositor e arranjador
no CD "Rendez-vous Brésil Cuba" de Jane Bunnet.
Em 1996 lançou o CD "Milagre da Canção"
com participações de Michel Legrand, Tetê
Espíndola, Johnny Alf, Paulo Bellinati, Cibele Codonho,
Naylor Proveta, Michel Freidenson e Jane Bunnet.
Produziu, dirigiu e fez arranjos dos CDs "Luz" de
Mônica Marsola e "Momentos" de Zezé Freitas.
A convite da flautista japonesa Yuka Kido, gravou no Pantanal
e Rio de Janeiro, o CD "Aracuã", com produção
de Kazuo Yoshida. No repertório, cinco de suas composições
e arranjos com os músicos Arismar do Espírito
Santo, João Carlos Coutinho, Lula Galvão, Carlos
Bala e Robertinho Silva.
Fez turnê por todo o Canadá com o show "Rendez-vous
Brésil Cuba" ao lado de Jane Bunnet, Celso Machado,
Hilário Duran, Carlito Del Puerto e Larry Crammer.
Em 1997 assinou a direção musical e os arranjos
do CD "Vocalise" do grupo A Três, com produção
de Jun Itabashi (Bossanovalogia). Também produziu e fez
arranjos do CD "Num Tom Delicado", de Bia Mestriner.
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Em
1998 apresentou-se no Japão como convidado especial
do grupo A Três na casa de espetáculos TBS Blitz
(Tóquio) e em especial transmitido pela TV japonesa
NHK para todo o país. Realizou workshops em Tóquio
e apresentou shows solo em Fujisawa e Kamakura, além
de shows com Yuka Kido.
Participou como músico e arranjador dos CDs "Mosaico"
da percussionista Saoli Sendo e "Espírito Serafim"
da cantora Toyonno.
Em 1999 produziu, dirigiu e fez os arranjos do CD "Zezé
Freitas interpreta Zica Bergami".
Em 1999 lançou o CD "Cantando um Samba" (Mallandro
Records) nos Estados Unidos, Europa e Ásia.
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Em
2000 apresentou no "Altxerri" - casa de espetáculos
de San Sebastian (Pays Basco) - show do CD "Cantando um
Samba", que foi indicado para o Grammy na categoria "Latin
Jazz".
Em 2001 apresentou-se no "Jazz House" de Copenhagen,
na Dinamarca. Ao lado de Gal Costa, Dori Caymmi, Toots Thielemans,
Cesar Camargo Mariano, Romero Lubambo, Jane Monheit e Paula
Robison participou de um tributo a Tom Jobim, no Carnegie Hall
de Nova York. Ainda nos EUA, apresentou-se no "Esnug Harbor"
de New Orleans, "Bird of Paradise" de Ann Harbor e
"Night Town" em Cleveland. Também fez shows
em Tóquio e Takasaki (Japão) ao lado da cantora
Toyonno.
Fez a produção e arranjos do CD "Salada de
Danças" da compositora Zica Bergami (autora do clássico
"Lampião de Gás").
Em 2002, sob direção artística de Zé
Luiz Soares, direção de estúdio e produção
executiva de Cibele Codonho, teve seu CD "Porto Seguro"
lançado pela gravadora Lua Discos no Brasil e exterior,
com participações de Léa Freire, Arismar
do Espírito Santo, Laércio de Freitas, Robertinho
Silva, Keco Brandão e Naylor Proveta.
Apresentou-se no Festival de Jazz "Artes de Março"
em Teresina (Piauí), na mesma edição em
que se apresentaram Léo Gandelmann, Toninho Horta e Márcio
Menezes.
Relançou os álbuns Origens, Canto Fatal, Oxalá
Père e Milagre da Canção para os mercados
brasileiro e asiático.
Em 2003, junto com percussionista japonês Guennoshin,
lançou o CD "F to G", realizando uma série
de shows com o flautista número um do Japão "Masami
Nakagawa".
Fez arranjos e participou como intérprete do CD "Cartas
do Brasil" do compositor e instrumentista Tetsuo Sakurai,
ao lado de Djavan, Rosa Passos e Valéria Oliveira. No
Brasil, fez show com Tito Madi.
Em 2004 dividiu o palco do Sesc Pompéia com Johnny Alf,
Alaíde Costa, Carmem Costa e José Domingos num
show em homenagem à "Noite Paulista".
Acaba de lançar pela gravadora Maritaca, com produção
de Léa Freire, o CD "Jazz de Senzala", com
as participações de Toninho Horta, Arismar do
Espírito Santo, Théo de Barros, Teco Cardoso,
Vinicius Dorin e Thiago do Espírito Santo, além
da própria Léa Freire. Participou do projeto Pixinguinha, ao lado de Alaíde Costa pelo sudeste e sul do Brasil em cidades como Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Florianópolis e Londrina. Em 2005, lançou pela gravadora Lua Music em parceria com a cantora Cibele Codonho o CD “Tom Brasileiro”. Fez uma tournée pelo Japão, se apresentando nas cidades de Tókio, Nagoya, Osaka, Yamagata, Rathinohe. Em 2006 Filó Machado volta a fazer uma tournée ao lado de Tetsuo Sakurai (baixista do Cassiopéia) por várias cidades do Japão como Kioto, Kurachik, Nagoya, Osaka, Yokohama, e em seguida no Java Jazz Festival 2006 na cidade de Jakarta e no mesmo Festival se apresentaram Take 6, Tower of Power, Kool and the Gang, Hiromi, Incógnito, Bob James, Lee Ritenour e Natan East. Em seguida, se apresentou encerrando o Festival Internacional de Quito, Equador, no mesmo Festival se apresentaram John Arbecombie, Rosa Passos e Nico Wayne. Participou do projeto Pixinguinha, ao lado de Alaíde Costa pelo sudeste e sul do Brasil em cidades como Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Florianópolis e Londrina.
Em
2005 lançou pela gravadora Lua Music em parceria com a cantora Cibele Codonho o CD “Tom Brasileiro”. Fez uma tournée pelo Japão, se apresentando nas cidades de Tókio, Nagoya, Osaka, Yamagata, Rathinohe.
Em
2006 Filó Machado volta a fazer uma tournée ao lado de Tetsuo Sakurai (baixista do Cassiopéia) por várias cidades do Japão como Kioto, Kurachik, Nagoya, Osaka, Yokohama, e em seguida no Java Jazz Festival 2006 na cidade de Jakarta e no mesmo Festival se apresentaram Take 6, Tower of Power, Kool and the Gang, Hiromi, Incógnito, Bob James, Lee Ritenour e Natan East. Em seguida, se apresentou encerrando o Festival Internacional de Quito, Equador, no mesmo Festival se apresentaram John Arbecombie, Rosa Passos e Nico Wayne. |
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